Denúncias anônimas FALSAS tentam desviar foco do MP e atrapalhar investigações

Uma onda de “denúncias falsas” está abarrotando os arquivos do Ministério Público em Sidrolândia, principalmente a 3ª Promotoria de Justiça, responsável principalmente por procedimentos referentes à proteção do patrimônio público e social.

Essa artimanha visa avolumar a quantidade de procedimentos que tramitam pela 3ª Promotoria, dificultando as investigações e até mesmo colocando como investigados pessoas que fundamentaram, com testemunhos e provas, denúncias verdadeiras.

Escondidas no anonimato, pessoas investigadas e com conjunto probatório amplo contra si, cadastram denuncias no site do Ministério Público, sem provas e, na grande maioria das vezes, sem o menor cabimento, muitas vezes colocando seus próprios nomes como “testemunhas”, achando que assim poderão sentar em frente a um membro do MP e confirmar suas denúncias mentirosas, sem provas, simplesmente com a “palavra” de quem já é investigado por graves crimes.

O que deveria ser um instrumento para proteger o emprego, a imagem e até a vida de uma pessoa que denuncia crimes contra o patrimônio público, hoje se tornou um mecanismo para atrapalhar, ou pelo menos retardar, investigações. Instrumento esse que está sendo utilizado de forma sarcástica e desleal por quem comete crimes e não tem como se defender, restando apenas tentar enxovalhar a moral de quem os denunciou.

A”NOTÍCIA DE FATO”, nomenclatura recebida por uma denúncia, que poderá ou não virar um inquérito e até uma ação judicial, desde que com material probatório robusto, está se tornando uma “FAKE NEWS”, pois o anonimato proporciona com que pessoas de má fé façam afirmações mentirosas. Mas diferentemente das Fake News, essas pessoas não podem ser incriminadas por isso, restando a suas vítimas apenas aguardar o arquivamento das “MENTIRAS”.

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